Para uma melhor experiência sonora, desative o mudo no botão verde redondo abaixo a direita

Entregar a Cemig e a Copasa ao mercado Cumprir promessa de campanha aos grandes investidores Lucrar cada vez mais Colocar a conta no bolso do povo

O Zema quer entregar a energia do povo mineiro.

E está usando uma manobra antidemocrática para conseguir privatizar a Cemig.

A quem interessa privatizar a Cemig?

A Cemig é uma das maiores empresas de energia do Brasil e um patrimônio estratégico do povo mineiro. Nos últimos anos, tem apresentado resultados sólidos que desmentem qualquer discurso de “ineficiência” ou “prejuízo”:

Lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bilhão apenas no 2º trimestre de 2025, um crescimento de 16,6% em relação ao mesmo período do ano passado

Plano de investimentos de R$ 59 bilhões para o período de 2019 a 2029, sendo que 60% já está realizado ou contratado.

Esses investimentos garantem expansão, modernização e maior participação no mercado, além de retorno via aumento de receita tarifária.

Ou seja: estamos falando de uma empresa saudável, lucrativa e estratégica, que cumpre papel essencial para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil.

Se a empresa é tão boa, por que Zema quer privatizar?

A resposta não está na lógica econômica, mas sim em interesses políticos e financeiros:

Pressão do mercado financeiro

Grandes investidores pressionam para ter acesso ao filão da energia, transformando um serviço essencial em espaço de especulação e lucro rápido

Promessa de campanha

Zema insiste em cumprir a agenda privatista que assumiu com seus apoiadores e financiadores desde a primeira eleição

Vitrine política

Ao vender a Cemig, Zema busca se apresentar como o “governador reformista” que abriu caminho para o capital privado — uma narrativa que pretende usar em seu projeto de candidatura à presidência da República

Aumento de tarifas

Onde houve privatização, como no Amapá e em São Paulo, os preços aumentaram enquanto a qualidade do serviço caiu

Fornecimento ameaçado

A redução nos investimentos tem resultado em mais apagões e escassez de água, especialmente nas periferias e áreas rurais.

Lucro para poucos

Cemig teve lucro recorde em 2024. Privatizar é entregar uma empresa saudável para investidores.

Ataque à democracia

O direito do povo mineiro de votar sobre a venda das estatais, fruto de sua conquista, está em xeque.

Fechamento de localidades de atendimento

As demissões fazem parte da estratégia de sucateamento: sem trabalhadores suficientes, a agência perto de você deixa de funcionar, tudo em nome do lucro das empresas privadas.

Não se engane: energia é monopólio natural

Privatizar não traz concorrência, só troca o dono do monopólio público por um privado, que visa apenas o lucro.

Para o bolso dos acionistas vale a pena privatizar…

E para o seu, vale?

Defender a Cemig é lutar por:

Interesse coletivo acima do lucro privado;

Justiça social, garantindo acesso universal e tarifas justas;

Práticas ambientalmente responsáveis, respeitando os territórios e os ecossistemas;

Soberania popular, com controle público e transparência na prestação dos serviços.

Não aceitamos

que aquilo que é essencial à vida seja entregue às lógicas do mercado, onde o que importa é o lucro de acionistas e não o bem-estar do povo.

A hora de lutar é agora! O que fazer?

O que aconteceu onde a energia foi privatizada?

Energia não é mercadoria,

é direito!

Defender a Cemig pública é lutar por um serviço essencial que deve estar a serviço do povo, e não do lucro de poucos.

Um direito básico

da população mineira

está sob

AMEAÇA!

está sob

AMEAÇA!

Sem energia, não há luz em escolas, funcionamento em hospitais, nem abastecimento de água seguro.

É por isso que a campanha “Esse Trem É Nosso”, organizada pelo Sindieletro-MG, simboliza a resistência do povo mineiro contra o desmonte do patrimônio público. Hoje, essa luta se intensifica diante da tentativa do governo Zema de privatizar a Cemig e a Copasa, empresas estratégicas que garantem serviços essenciais para milhões de pessoas.

Essa proposta não tem respaldo popular. No Plebiscito Popular de 2024, mais de 300 mil mineiros foram consultados e 95% disseram não à privatização das estatais. A população sabe que energia e água não são mercadorias: são direitos fundamentais que asseguram educação, saúde, trabalho e vida digna.

As privatizações trazem consequências já conhecidas: tarifas abusivas, queda na qualidade do serviço, exclusão das famílias de baixa renda e perda de transparência. Além disso, colocam em risco empregos, direitos trabalhistas e o desenvolvimento regional, principalmente em áreas afastadas, onde o investimento privado não chega.

Por isso, privatizar é retroceder; manter o controle público é garantir que a energia e a água permaneçam a serviço do povo mineiro!

Sindieletro-MG e Sindágua-MG estão juntos na luta contra a privatização da Cemig e da Copasa e em defesa dos trabalhadores. 

Eletricitários sofrem com privatização antecipada

Acidentes e mutilações

O avanço da terceirização e os cortes em segurança e treinamento, feitos para entregar a empresa ao mercado, aumentam os riscos de acidente de trabalho.

Adoecimento dos trabalhadores

A pressão por metas inalcançáveis, o assédio moral e a gestão voltada para o lucro, têm causado adoecimento físico e psicológico, afastando cada vez mais trabalhadores.

Ataque à Cemig Saúde e à Forluz

os planos de saúde e de previdência, conquistados ao longo de décadas, estão sendo esvaziados para tornar a empresa mais “atraente” ao mercado financeiro. Isso prejudica diretamente milhares de famílias de trabalhadores da ativa e aposentados.

Terceirização predatória

A substituição de trabalhadores concursados por contratos precários gera mais rotatividade, salários menores, menos direitos e aumento dos riscos de acidentes.

Ambientes insalubres de trabalho

O abandono de estruturas como o galpão do Q14 e o sucateamento da UniverCemig revelam a falta de cuidado com a infraestrutura e a formação profissional, expondo os trabalhadores a condições indignas.

Manifeste seu apoio à causa e lute pelo que é seu por direito!

Use as molduras personalizadas nas redes sociais:

95% dos mineiros já disseram NÃO à privatização!

Vamos aumentar essa voz?

Compartilhe:

Essa manobra tem nome:

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a caça às estatais já começou. Estão discutindo alterar a Constituição Estadual e acabar com o referendo popular que proíbe a privatização de empresas públicas sem o consentimento da população. Em outras palavras, eles querem vender a Cemig sem deixar o povo opinar, como prevê a Lei!